Editorial

Serviços da AESintra em negócios não convencionais

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No regresso do pós-férias o JEL encontra uma Sintra económica e empresarial que parece já ter recuperado da crise turística. Os níveis dessa recuperação ainda estão abaixo do período pré-pandemia e Sintra está também a braços – particularmente o setor da hotelaria e restauração – com a falta de mão-de-obra.

A atividade económica, na generalidade, também está a lidar com a escassez de algumas matérias primas, fruto de uma conjuntura mundial que começou a enfrentar a problemática ainda durante a pandemia e que posteriormente foi intensificada com o conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia.

Esta é a conjuntura geral que espelha um cenário mundial. Na última reunião do Conselho Estratégico de Sintra, tida já em setembro, o presidente da autarquia referiu que os principais desafios de Sintra são: a água, os resíduos e a energia. As empresas precisam de medidas para minorar os custos de energia, entre outros incentivos governamentais para fazer frente a este cenário que tende a agravar-se.

Portanto, na generalidade, o cenário que as empresas e os empresários de Sintra vivem é semelhante às restantes comunidades económicas de outros concelhos de Portugal e até de outros países do mundo.

Por cá, na nossa atividade editorial como fonte de apoio e informação ao tecido empresarial do concelho de Sintra, o JEL visitou a Sabino Trucknologies, uma empresa de génese familiar que na frente tem dois irmãos que souberam modernizar o negócio e, mais marcante, que colocam essa modernização ao serviço das empresas do concelho, denunciando assim uma visão muito evoluída daquilo que deve ser o cooperativismo empresarial. João Sabino e Sérgio Sabino, nas páginas centrais desta edição, explicam, afinal, onde está a alma do negócio; está na partilha e não no segredo.

Numa espécie de análise à segmentação das atividades económicas que começam a ter grande expressão na carteira de associados da AESintra, o JEL foi falar com vários associados das áreas das terapias complementares e alternativas e com outros que representam a demanda cada vez mais forte por uma alimentação saudável e a procura emergente pelos cuidados da mente e do corpo.

Cruzamos essa análise com o propósito dos serviços prestados e percebemos que a AESintra reúne o que todos eles procuram: a resposta a todas as necessidades num mesmo espaço e fornecida por uma única entidade. É bom saber que o caminho que a AESintra tem seguido vai ao encontro das necessidades do tecido económico de Sintra.

Estamos no bom caminho!

JEL38 . JULHO/AGOSTO . 2022
Sónia Firmino

Diretora Jornal Economia Local (JEL)

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