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Índice de Confiança Económica

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Quase metade dos inquiridos (52,1%), num estudo do Observatório da Sociedades Portuguesa Católica – Lisbon, revelou que as condições da economia são “fracas a muito fracas” e apenas 27,6% admitem que vão melhorar, apesar do Índice de Confiança Económica ter aumentado 144,1%.

Ainda de acordo com o mesmo estudo, 34,7% dos inquiridos avalia as condições económicas em Portugal como “moderadas” e 23,2% como “boas a excelentes”. No que se refere às expectativas em relação ao futuro, quase metade dos inquiridos (48,6%) acredita que vão piorar e apenas 27,6% admite que vão melhorar, considerando 23,8% que vão manter-se inalteradas.

“Os resultados indicam que os participantes têm, em geral, uma visão mais negativa do que positiva das condições económicas em Portugal. Ainda assim, quando comparado ao início da pandemia, o Índice de Confiança Económica aumentou 144,1%, demonstrando um acordar da confiança dos portugueses e destacando o impacto negativo que a pandemia covid-19 teve na confiança económica”, refere a Católica–Lisbon em comunicado.

Outros números:

Interesse em poupar: 59,3% dos participantes indica ter “muito interesse” em fazê-lo, enquanto 30,4% demonstra ter “algum interesse”, 1,7% indica não ter “nenhum interesse” em poupar e 2,4% refere ter “pouco interesse”;

Rendimentos: 49,0% “dá para viver” com o rendimento atual, 20,2% considera que é “um pouco difícil”, 12,5% declara “viver confortavelmente” com o seu rendimento e 5,1% dos respondentes admite que é “muito difícil viver”;

Bem-estar pessoal: 2,2% dos inquiridos demonstram-se ‘muito insatisfeitos’ com o seu nível de vida, o que corresponde a uma subida de 47,0% comparativamente a março de 2020. Já a taxa de participantes que se declarou’ insatisfeito’ diminuiu 22,1% comparativamente ao período inicial da pandemia”;

Segurança no geral: 18,6% de participantes  reporta estar satisfeito com a sua segurança;57,8% de inquiridos que revelam-se muito satisfeitos quanto à segurança no seu futuro.

Um ano e quatro meses após o início da pandemia em Portugal, 69,7% dos inquiridos referiu sentir-se “satisfeito” e 66,1% assumiu sentir-se “feliz” com a sua vida em geral, o que evidencia uma recuperação para níveis semelhantes ao período pré-pandémico, em que estes indicadores registavam (em novembro de 2019) valores de 69,3% e 68,2%, respetivamente.

O estudo da Católica–Lisbon tem uma amostra constituída por 998 participantes do painel de estudos online daquela universidade, dos quais 542 do sexo feminino e 456 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos.

 

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