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Indústria do mobiliário recusa encomendas por falta de mão de obra

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Marceneiros, estofadores, maquinistas, serralheiros, são algumas das vagas que as empresas da industria do mobiliário desesperam por conseguir preencher. “Tenho colocado anúncios, mas não tem havido adesão. Estou a rejeitar encomendas, preciso de contratar oito” afirmou António Silva, administrador da especialista em cadeiras e mesas da JMS, empresa sediada na Rebordosa, emprega 146 pessoas e exporta 80% do que produz, conforme noticia avançada pelo Jornal de Negócios.

Outro exemplo relatado pelo Jornal Negócios, é o da Pelcorte Estofos, que segundo o responsável está “a rejeitar encomendas todos os dias precisando com urgência de mais “uns 10 trabalhadores”, mas “já ficava todo contente se conseguisse contratar meia dúzia de estofadores”.

Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), citado pela mesma fonte, diz que o setor teria capacidade para “aumentar o seu efetivo em cerca de cinco mil trabalhadores com entrada imediata” mas “não há pessoas disponíveis“.

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