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Atualização das orientações da DGS para a restauração e similares

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Na passada quinta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou as suas orientações para a restauração e similares, mas os empresários reclamam as ténues mudanças. O distanciamento físico recomendado (pelo menos 2 metros), frente a frente ou lado a lado é um dos pontos que mais contestação tem levantado. O presidente da Associação Nacional de Restaurantes, Daniel Serra, adiantou que “o cumprimento na íntegra é de uma dificuldade bastante elevada e com esta evolução positiva da pandemia aquilo que pedimos é uma redefinição das orientações para uma situação mais de acordo com aquilo que está a acontecer hoje”.

Outra orientação da DGS passa para os agentes económicos a responsabilidade de controlar as distâncias, mas Daniel Serra diz que a responsabilidade deve ser do cliente, havendo alguns empresários que estão a pedir para que os clientes assinem uma declaração, por não existir “forma de controlar”.

A orientação da DGS mantém a decisão de serem os restaurantes “a impedir que os clientes modifiquem a orientação das mesas e das cadeiras, permitindo que os colaboradores o façam, sempre dentro das recomendações vigentes”; e “os lugares em pé, pela dificuldade de garantir o distanciamento físico entre as pessoas, estão desaconselhados, assim como as operações do tipo self-service, nomeadamente, buffets e dispensadores de alimentos que impliquem contato por parte do cliente”.

 

 

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