AESintra Atividades

Negócios Históricos com “Estórias”

JEL
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No início de junho arrancou a 2ª fase da campanha Sintra – Somos Comércio local, com a iniciativa – “Negócios históricos com estórias”, cujo objetivo principal passa por reavivar memórias e por potenciar o comércio local,
tradicional e de rua, recorrendo a uma divulgação digital dos associados da AESintra que são exemplo deste conceito. Estes associados representam uma fatia significativa do tecido associativo da AESintra e, por via da sua antiguidade, na dinâmica da atividade económica do concelho, são uma espécie de património que merece ser tratado como tal, particularmente nesta instável conjuntura económica trazida pela pandemia que ao confinar
negócios e pessoas, lembrou que a segurança dos comportamentos é melhor conseguida longe das massas, mas perto do que é local e há muito conseguiu estreitar relações de confiança, fidelização e até amizade. O comércio local, neste caso também histórico, não se resume só a uma pontual transação comercial; é muito mais do que isso.

Na prática, a AESintra está a contactar associados que tenham data de início de atividade até 1999, considerando que são estes o comércio local com história e com estórias. No grupo de Facebook dinamizado pela AESintra https://www.facebook.com/groups/sintra.estamos. abertos, é partilhada uma imagem alusiva ao negócio/empresa/estabelecimento, com o apelo, a todos os membros, à partilha de memórias. A AESintra está certa de que esta relação virtual, vai revelar os afetos, as memórias, a empatia e a proximidade com o nobre e precioso comércio local do concelho de Sintra, motivando a divulgação e potenciando a  escolha na hora da compra.
A iniciativa dos “Negócios históricos com estórias”, arrancou com a Relojoaria Faria, um dos mais icónicos negócios da Estefânia, com início de atividade em 1936. O pronto-a-vestir L. Pinho e Pinho, situado numa das ruas mais “comerciais” de Sintra – Heliodoro Salgado – e cuja a entrevista desta edição da secretária-geral da AESintra – Olga Figueiredo, revela algumas da memórias do espaço; seguiu-se à Relojoaria Faria. A Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sapa também já serviu de referência e já motivou a partilha de estórias. A sequência de partilha destes negócios é aleatória e vai considerar, geograficamente, todo o município sintrense, porém, é exclusiva ao tecido associativo da AESintra. É uma iniciativa que vai perdurar no tempo, porque o universo de associados que representam estes negócios históricos é muito vasto. A AESintra está focada em apoiar a divulgação e em reforçar a relação quase afetiva que muitas gerações de sintrenses têm com estes negócios históricos que também contam estórias. Estórias que devem ser reveladas e apontadas para que o tempo e a memória não as esqueça e as apague.

JEL29 julho/agosto 2020

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