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HACCP – A importância de manter as auditorias de Segurança Alimentar

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Desde que surgiu o sistema de HACCP em Portugal, há cerca de 16 anos, que as boas práticas a ele associadas têm vindo a ser implementadas lentamente,
respeitando o ritmo de cada estabelecimento. Mas a verdade é que os tempos mudaram e com a atual pandemia as dúvidas são inúmeras. No entanto, existe uma certeza: fazer o correto e 100% seguro, de forma a garantir a segurança de quem trabalha e de quem frequenta o espaço, bem como a segurança dos produtos
disponibilizados, tornou-se uma necessidade para a saúde pública e na qual se deve centrar o sucesso do negócio. Assim, mais do que nunca, torna-se fundamental o papel da consultoria, serviço que a AESintra disponibiliza aos seus associados, no qual se incluem momentos presenciais de auditoria aos estabelecimentos/empresas que, apesar de terem ficado suspensas durante o período de confinamento das atividades económicas, estão agora em plena dinâmica.

São os momentos de auditoria personificados pelos técnicos da AESintra que previnem e identificam, atempadamente, os incumprimentos legais previstos e naturalmente sancionados pela ASAE, entidade fiscalizadora das boas práticas de HACCP. Pela facilidade e rapidez de resposta que as auditorias de segurança alimentar proporcionam, estas tornam-se uma das melhores ferramentas de trabalho e transmitem desta forma, segurança aos clientes.

Vantagens das auditorias de segurança alimentar
• Formação OnJob;
• Técnico experiente no local para esclarecimento de dúvidas;
• Obtenção de relatório com não conformidades e medidas corretivas sugeridas;
• Avaliação da prioridade das medidas corretivas a aplicar;
• Proporcionar maior segurança no serviço ao cliente, transmitindo uma maior confiança por parte deste.

Durante a realização das auditorias de segurança alimentar, havia já cuidados mínimos a ter em conta, necessários para evitar uma possível contaminação do espaço por parte dos técnicos. Agora, mediante as recomendações existentes para evitar a propagação do vírus SARS-CoV-2, é importante realçar que existe um
procedimento ainda mais exigente, por parte do técnico, na realização das auditorias, de forma a garantir a segurança de todos. Este inclui:
• Segurança total nos técnicos da AESintra que realizam as auditorias
• Desinfeção das mãos à entrada do estabelecimento;
• Colocação dos equipamentos de proteção individual (EPI’s): máscara, touca, bata descartável, pezinhos e viseira;
• Desinfeção das mãos após colocação dos EPI’s;

Após a realização da visita, todos os EPI’s são descartados. Os estabelecimentos ligados à área alimentar devem ter, neste momento, cuidados redobrados, aliados a soluções práticas e adaptadas à própria realidade. A solução passa por estar seguro! A ASAE, no inicio do período desconfinamento do setor da restauração e similares, já veio publicamente avisar que “os empresários podem ser indiciados pelo crime de desobediência, cuja pena vai até um ano de prisão ou 240 dias de multa” se as orientações da Direção-Geral da Saúde para a reabertura dos restaurantes não forem cumpridas. As orientações não são leis, por
isso não têm coimas diretas associadas, mas a ASAE, em conjunto com a PSP, a GNR e a Polícia Municipal (agentes fiscalizadores), adverte. Em forma de conclusão, se as regras de segurança alimentar já eram apertadas, agora, são quase uma exigência.
Não facilitar, é o conselho de ordem da AESintra!

JEL28 maio/junho 2020

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