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Trigo D’Aldeia “O Melhor Bolo do Amor de Sintra”

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Foi um red velvet com recheio de queijo creme que demorou uma hora e meia a confecionar que deu à Pastelaria Trigo D’Aldeia do Cacém um doce 1º lugar no concurso do Dia dos Namorados promovido pela AESintra. Com 1898 votos – 200 de diferença do 2º lugar – “O Melhor Bolo do Amor de Sintra” integrou uma lista de 12 finalistas, avaliados por uma equipa de jurados representantes da AESintra, entre os quais esteve Joaquim Viegas Simão, presidente da Direção.

Desses 12 bolos, os jurados elegeram 4 finalistas que foram a votos no grupo de Facebook – Sintra Somos Comércio Local, durante aproximadamente 48 horas. A onda de entusiasmo registada virtual e presencialmente foi surpreendente e inspiradora para novas iniciativas do género. O prémio definido para 1º lugar do concurso foi, precisamente, um lugar de destaque nesta edição do JEL com uma reportagem de página inteira. E aqui estamos nós com José Rui Martins e Hugo Martins, pai e filho proprietários da marca Trigo D’Aldeia que já conta com onze lojas em atividade; sete em Sintra, duas em Oeiras e duas em Lisboa.

José Rui Martins (foto abaixo) começou a nossa conversa da mesma forma como a acabou; com rasgados agradecimentos. O primeiro deles à sua equipa de colaboradores, principalmente a Oxana, pasteleira responsável pela confeção do bolo vencedor: “é uma excelente trabalhadora e uma ótima pessoa e na confeção deste bolo excedeu todas as nossas expetativas”. José Martins agradeceu, ainda, a participação de todos os seus “colegas” das outras pastelarias a concurso, pelos “bolos tão bonitos” que apresentaram e que “valorizaram ainda mais a nossa vitória”. Por último, agradeceu aos “seus clientes, amigos e empregados, pelo entusiasmo e participação demonstrados durante o decorrer do concurso, ora pessoalmente, ora por telefone”.

José Martins, proprietário das Pastelarias Trigo D’Aldeia, com o bolo vencedor

Hugo Martins, um dos três filhos de José Martins, adiantou-nos um “especial agradecimento à AESintra pela dinâmica desta iniciativa que na nossa opinião ajuda a promover o comércio local, valorizando-o e passando a clara imagem de que também ele consegue inovar”. O Hugo adianta ainda que “o impacto do concurso ‘O Melhor Bolo do Amor de Sintra’,

(…) foi muito significativo na nossa presença online porque reforçou a proximidade que queremos manter com as pessoas, nomeadamente com os mais jovens, para além de ter envolvido todos os nossos funcionários pelo entusiasmo crescente de poder chegar à vitória. Foi especial e estamos muito gratos.”

José Rui Martins, o patriarca deste negócio familiar, referiu a importância que a iniciativa teve na promoção do hábito de comprar no comércio local, lembrando a inquestionável qualidade das matérias-primas utilizadas, comparativamente às grandes superfícies “que estão a sufocar-nos, trabalhando só para o preço, enquanto, nós, comércio local, trabalhamos primeiro para a qualidade. “Eu e todos os meus colegas de profissão somos os heróis da pandemia por termos sobrevivido à quantidade imensa de restrições à nossa atividade, enquanto os ‘grandes’, com a sua habilidade em driblar a lei e a pressão exercida no Governo, acabaram por vender tudo em todas as alturas, faturando sempre muito” – “somos empresas familiares, recebemos para nós, para os nossos filhos e para os nossos empregados”.

Equipa da AESintra – Júri do concurso, com Nuno Martins, um dos três filhos de José Martins.

A Pastelaria Trigo D’Aldeia obteve uma vitória merecida, não só a do Cacém, mas a própria marca, lembrando que o verdadeiro vencedor é o Comércio Local de Sintra. Terminamos com uma mensagem otimista e futurista, adiantada por Hugo Martins, jovem licenciado e com uma visão marcada pela digitalização dos processos: “o comércio local tem futuro se souber adaptar-se às tendências de consumo e acompanhar as novas plataformas que vão surgindo; se nos adaptarmos e nunca deixarmos a nossa bandeira da qualidade, da proximidade, do bem-estar dos nossos clientes e da personalização do serviço, vamos conseguir concorrer com as grandes superfícies”.

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